Muito além de espaços bonitinhos, novos ambientes de trabalho propiciam mudança de atitudes, interação multidisciplinar, cocriação e experimentação de novos modelos de negócios

As empresas foram atropeladas pela revolução digital, você já deve saber: a tecnologia encurtou as distâncias e, com um mundo de informações e possibilidades na palma das mãos, as pessoas foram empoderadas. Agora, as empresas mais preocupadas com o seu presente e com o futuro buscam correr atrás em um ambiente de mercado muito mais complexo e que muda a cada hora. Entretanto, o que ainda impede muitas companhias a darem um passo à frente é a sua cultura.

Enquanto seus clientes vivem no século XXI, muitas empresas mantêm práticas do século XIX. Organizadas em departamentos e em áreas de especialidade, para não dizer em silos, as companhias deixam de ter uma visão holística sobre quais experiências e valores estão criando e deixando para os consumidores e para a sociedade. O principal meio para mudar este cenário é uma profunda transformação da cultura empresarial que, inclusive, tem a ver com a desconstrução dos espaços corporativos clássicos. Não se engane: aqueles escritórios lindos de empresas como Google e Facebook são o pano de fundo que propicia a mudança cultural.

Em espaços como a CI&T acaba de inaugurar no Pólis de Tecnologia de Campinas o que se busca é a cocriação para alavancar a transformação e a inovação digital em grandes empresas. A multinacional brasileira investiu R$ 10 milhões no Prisma, a nova unidade com 4,6 mil metros quadrados para aplicação prática de tecnologias de ponta como Internet das Coisas (IoT) e Machine Learning e, sobretudo, tendo equipes utilizando princípios lean no seu dia-a-dia, com gestão à vista, métricas, redução de desperdício, e dinâmicas intensas de ideação, desenho e validação de experiências.

O que está por trás dos ambientes
Especialista global em soluções digitais com clientes como Coca-Cola, Google, J&J, Motorola, Netshoes, Alelo e Itaú, a CI&T tem neste novo ambiente uma tradução clara da sua cultura colaborativa.

É desta cultura que emana o processo de transformação das empresas. É preciso também empoderar as pessoas. O ponto de partida que estes ambientes vislumbram é alterar a forma como o trabalho é realizado. Mudando as atividades, os hábitos são alterados.

É o caso dos bancos e das grandes redes de varejo: totalmente informatizados hoje, mas com modelos de negócios do século passado. Ao contrário do que acontece com as pessoas, que também foram digitalizadas e, por isso, estão muito mais exigentes.

A tecnologia e estes espaços corporativos, não tão novos modelos de ambiente de trabalho, não são novidades, mas agora mostram a que vieram.

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